Aviso importante!!!!
Pessoal, mudei o anti-auroras de endereço, ele funcionará agora na página:
www.antiauroras.wordpress.com
Já tava mais do que na hora de migrar pra uma gerenciador de blogues livre!
Espero vocês por lá!
abs.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Guimarães Rosa
Plantado por Aracele 0 comentários
domingo, 3 de janeiro de 2010
R. Murray
Plantado por Aracele 0 comentários
domingo, 20 de dezembro de 2009
Smiley Faces me faz ter e relembrar certos momentos de euforia.
What went right?
What went wrong?
Was it a story or was it a song?
Was it overnight or did it take you long?
Was knowing your weakness what made you strong?
Plantado por Aracele 0 comentários
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
ainda posso ouvir os passos de quem já não está mais aqui.
algumas memórias sempre ficam.
Plantado por Aracele 0 comentários
terça-feira, 17 de novembro de 2009

Parafraseando Clarice, os cachorros são o tempo que não se conta.
Eu só queria saber pra onde eles vão quando morrem.
Plantado por Aracele 0 comentários
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Eu também ando sentindo uma dor azul...
A menina sentia uma dor azul, todos os dias,
ali pelas cinco horas da tarde.
Não era uma dor grandona de puxar o choro pra fora.
Era só uma dorzinha.
Mas era bem azulzona.
Achavam que era maluquice.
"Dor não tem cor!"
Mas como a dor azul não passava, começaram
a achar que ela doía mesmo.
Levaram a menina para todos os médicos do mundo,
fizeram todos os exames que existiam, e ninguém descobriu
o que era aquilo. Procuraram então um psicólogo e é claro
que ele achou que aquilo era psicológico.
A dor azul não queria nem saber. Ia e vinha.
Sempre na mesma hora.
Os anos foram passando e o azul
da dor continuava colorindo as tardes
da menina. Só as tardes.
De manhã ela sentia uma saudade
lilás. E à noite, um desejo prata que
ela não sabia bem de quê.
A menina cresceu. E um dia conheceu
um rapaz que sentia uma vontade violeta
de espirrar nas manhãs nubladas.
Eles se gostaram, um gostar laranja que foi
se avermelhando sem parar, até que se casaram,
numa noite dourada de alegria, cheia de luzinhas
roxas de paixão.
Um ano depois, numa madrugada de cheiros
cor-de-rosa, ela teve uma filhinha. E nunca ela tinha
sentido um carinho tão verde em toda a sua vida.
A filha da menina, quando cresceu, herdou a vontade
violeta de espirrar do pai e, da mãe, o desejo prateado.
A dor azul nunca mais apareceu.
E a menina, que já era uma mulher, descobriu
que o nome da dor azul, como está no dicionário,
é desassossego.
E que esse desassossego queria dizer, mais ou menos, em palavras de adulto:
"Como será que vai ser a minha vida daqui pra frente?"
A dor azul – Adriana Falcão in Sete histórias para contar
Plantado por Aracele 1 comentários
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
A Adélia Prado tem um texto que gosto muito, que fala de morte, das mortes em sua família. Deixo o texto dela aqui que é muito forte e bonito:
Quando minha irmã morreu eu chorei muito
e me consolei depressa. Tinha um vestido novo
e moitas no quintal onde eu ia existir.
Quando minha mãe morreu, me consolei mais lento.
Tinha uma perturbação recém-achada:
meus seios conformavam dois montículos
e eu fiquei muito nua.
Cruzando os braços sobre eles é que eu chorava.
Quando meu pai morreu, nunca mais me consolei.
Busquei retratos antigos, procurei conhecidos,
parentes, que me lembrassem sua fala,
seu modo de apertar os lábios e ter certeza.
Reproduziu o encolhido do seu corpo
em seu último sono e repeti as palavras
que ele disse quando toquei seus pés:
'Deixa, tá bom assim'.
Quem me consolará desta lembrança?
Meus seios se cumpriram
e as moitas onde existo
são pura sarça ardente de memória.
As mortes sucessivas – Adélia Prado
Plantado por Aracele 2 comentários
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Me esforçando (não tanto quanto queria e devia) e procurando paciência, até onde não há, para escrever. Odiando e adorando escrever. Odiando por ser ato solitário e nem sempre prazeroso, mas adorando por poder falar do que gosto, do que defendo, do que penso. Escrever uma monografia está sendo um exercício bem engrandecedor. Não fosse meu típico desassossego, me sairia melhor.
Plantado por Aracele 2 comentários
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Não por acaso encontrei hoje na livraria o tal Livro do Desassossego.
Plantado por Aracele 0 comentários
sábado, 3 de outubro de 2009
Odeio as covardias das pessoas e odeio as covardias da vida também.
Eu sempre quero tudo queimando, aceso.
O que é pequeno e mesquinho me dói.
Plantado por Aracele 0 comentários
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Plantado por Aracele 0 comentários
Plantado por Aracele 0 comentários
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Posto de lado isso, por que nada mais posso fazer, sinto que devo pensar bem nas decisões importantes que devem ser tomadas por mim nesses próximos meses. Coisas de trabalho, coisas de estudo. Escolhas importantes e que afetam muitas coisas e muitas pessoas que me cercam. O que me tranquiliza é saber do apoio e carinho de uns queridos meus, saber dos corações que tenho fora do peito. Amores sinceros e gratuitos.
Plantado por Aracele 1 comentários
